A mulher é mais atingida que o homem pelo assédio moral no trabalho, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI). As situações são as mais diversas, principalmente quando a mulher retorna da licença maternidade e faz valer o seu direito de amamentar o bebê. Por não conseguir a mesma produção de antes, muitas vezes ela é vítima de humilhação por parte de seu chefe.
"O assédio moral é um acidente invisível porque desestabiliza o trabalhador e este fica vulnerável a um acidente de trabalho", diz a secretária para Assuntos de Trabalho da Mulher, do Idoso e do Adolescente da CNTI, Sônia Maria Zerino da Silva, 51, que fez palestra sobre o assunto no 1º Encontro de Mulheres Trabalhadoras na Indústria do Estado do Amazonas, realizado na última quinta-feira, em Manaus.
Mesmo sem dispor de números, ela diz que o assédio moral é preocupante e aflige trabalhadores também em nível mundial. Por ser ridicularizado e humilhado pelo superior, o trabalhador se desestabiliza emocionalmente e passa a ter problemas psíquicos que podem levá-lo ao alcoolismo e tabagismo. Outras vezes, com medo de perder o emprego, ele se submete a uma atividade além de sua capacidade física. O esforço repetivido pode levar a uma lesão (LER).
Quem estiver passando por uma situação dessa, deve procurar o sindicato, ou a Delegacia Regional do Trabalho (DRT) ou o Ministério Público do Trabalho (MPT), aconselha Sônia Zerino. Com o objetivo de esclarecer o trabalhador sobre o assédio moral no trabalho a CNTI editou uma cartilha que foi distribuída aos participantes do encontro.
"O assédio moral é um acidente invisível porque desestabiliza o trabalhador e este fica vulnerável a um acidente de trabalho", diz a secretária para Assuntos de Trabalho da Mulher, do Idoso e do Adolescente da CNTI, Sônia Maria Zerino da Silva, 51, que fez palestra sobre o assunto no 1º Encontro de Mulheres Trabalhadoras na Indústria do Estado do Amazonas, realizado na última quinta-feira, em Manaus.
Mesmo sem dispor de números, ela diz que o assédio moral é preocupante e aflige trabalhadores também em nível mundial. Por ser ridicularizado e humilhado pelo superior, o trabalhador se desestabiliza emocionalmente e passa a ter problemas psíquicos que podem levá-lo ao alcoolismo e tabagismo. Outras vezes, com medo de perder o emprego, ele se submete a uma atividade além de sua capacidade física. O esforço repetivido pode levar a uma lesão (LER).
Quem estiver passando por uma situação dessa, deve procurar o sindicato, ou a Delegacia Regional do Trabalho (DRT) ou o Ministério Público do Trabalho (MPT), aconselha Sônia Zerino. Com o objetivo de esclarecer o trabalhador sobre o assédio moral no trabalho a CNTI editou uma cartilha que foi distribuída aos participantes do encontro.
Licença ampliada
Sobre a possibilidade de ampliar a licença maternidade de quatro para seis meses, como defende a senadora Patrícia Saboia (PSB-CE), Sônia diz que a CNTI é favorável. Um prazo mais longo possibilita o fortalecimento do laço mãe-filho e a sociedade vai ter maior proveito, destaca a secretária.A antropóloga e mestre em Educação Tasia Lemos Ferreira, que abordou "O papel da mulher na família", diz que quanto mais tempo a mãe dedicar ao filho recém-nascido, mais segurança ele vai ter.
O 1º Encontro de Mulheres Trabalhadoras na Indústria do Estado do Amazonas foi realizado pela 1ª Secretaria Regional Norte da CNTI e pela Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário do Estado do Amazonas, no auditório do Lord Hotel Manaus, situado na rua Marcílio Dias, Centro, Zona Sul.
Sobre a possibilidade de ampliar a licença maternidade de quatro para seis meses, como defende a senadora Patrícia Saboia (PSB-CE), Sônia diz que a CNTI é favorável. Um prazo mais longo possibilita o fortalecimento do laço mãe-filho e a sociedade vai ter maior proveito, destaca a secretária.A antropóloga e mestre em Educação Tasia Lemos Ferreira, que abordou "O papel da mulher na família", diz que quanto mais tempo a mãe dedicar ao filho recém-nascido, mais segurança ele vai ter.
O 1º Encontro de Mulheres Trabalhadoras na Indústria do Estado do Amazonas foi realizado pela 1ª Secretaria Regional Norte da CNTI e pela Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário do Estado do Amazonas, no auditório do Lord Hotel Manaus, situado na rua Marcílio Dias, Centro, Zona Sul.
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