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Células-tronco dos gatos foram tiradas da medula óssea perto da região da bacia, cultivadas por 15 dias em laboratório e depois reinseridas na espinha dos animais.
O veterinário explicou que as células-tronco são implantadas na área lesionada e recebem estímulos de hormônios do crescimento que ajudam na recuperação dos nervos.
Operado há um mês, Digo já faz movimentos curtos. Lola passou pela cirurgia há 15 dias, e já tenta se firmar nas patas traseiras.
Os estudos dos professores da escola de medicina veterinária da Universidade Federal da Bahia são feitos em parceria com a fundação Osvaldo Cruz. Agora, os pesquisadores vão enviar um relatório com os resultados do estudo para o Conep – Conselho Nacional de Ética em Pesquisa.
“Esse experimento, agregado de outros que virão, vai fazer base para que você possa implantar essa técnica, que foi inédita, em humanos”, afirma o pesquisador Ricardo Ribeiro.

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